terça-feira, dezembro 21, 2010

Árvore de Natal

Árvore de Natal

*Paz*
*União*
*Alegrias*
*Esperanças*
*Amor*Sucesso*
*Realizações*Luz*
*Respeito*Harmonia*
*Saúde**Solidariedade*
*Felicidade*-*Humildade*
*Confraternização*-*Pureza*
*Amizade*-*Sabedoria*Perdão*
*Igualdade*Liberdade*-*Boa Sorte*
*Sinceridade*Estima*-*Fraternidade*
*Equilíbrio*-*Dignidade*-*Benevolência*

E toda árvore de Natal precisa de uma base, e a base desta árvore é o Ágape (amor incondicional, amor sem limites).

Por isso neste Natal presenteie seu irmão com o verdadeiro amor, Ágape.

Um forte Ágape!!!
Feliz Natal!!!

quarta-feira, dezembro 15, 2010

Àgape

O dia mais belo: hoje
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distração mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que traz felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
o mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior proteção efetiva: o sorriso
O maior remédio: o otimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!

Madre Tereza de Calcutá

terça-feira, dezembro 14, 2010

Oração a São Jorge



Ó Deus onipotente, que nos protegeis elos méritos e as bênçãos Dde São Jorge, fazei que este grande mártir, com sua couraça, sua espada, e seu escudo; que representam a fé, a esperança, e a caridade; ilumine os nossos caminhos e fortaleça o nosso ânimo nas lutas da vida. Dê firmeza à nossa vontade contra as tramas do maligno, para que, vencendo na terra, como São Jorge venceu, possamos triunfar no céu convosco, e participar Das eternas alegrias. Amém! 

Oração 2

São Jorge, também invocado como padroeiro dos escoteiros e de tantas nações, não nos importamos se muitos dizem-no ser uma lenda, por derrotares um dragão. Não importa que este dragão seja real, mas o que derrotastes é o que precisamos todos derrotar: o Inimigo que nos cerva para impedir as graças que Deus nos deseja tanto dar e arrastar-nos com ele aos abismos. Glorioso são Jorge, jovem são Jorge, não foi por pouco que fostes declarastes santo e padroeiro de tantas cidades que vos prestam veneração. Pelo-Vos que intercedais por mim para que alcance de Deus a mesma convicta fé, principalmente nos momentos mais difíceis que devo passar. Que nada me amedronte. Sede meu intercessor e que vossa espada esmagai a satanás e seus sequazes que nos impede de sermos mais felizes e entusiasmados. Amo-Vos e creio em Vossa santidade e vos peço perdão por todos aqueles que vos resumiram em lendas para destruírem vossa santa imagem. Por Cristo Nosso Senhor, tomai conta de mim e de minha amada família. Amém.

quinta-feira, dezembro 09, 2010

Mudanças climáticas colocam em perigo tesouros arqueológicos

 Degelo, desertificação e tempestades ameaçam templos, múmias e locais históricos

A desertificação, o degelo, o aumento das chuvas torrenciais e dos furacões como consequência das mudanças climáticas podem destruir diversos tesouros arqueológicos, como templos maias, alertaram especialistas.

Acompanhe a cobertura da conferência sobre mudanças climáticas da ONU em Cancún

Múmias decompostas na Sibéria, pirâmides enterradas na areia no Sudão, templos maias que implodem: as mudanças climáticas podem destruir vários tesouros arqueológicos, mas também podem revelar novas decobertas, como "Oetzi", guerreiro da Idade da Pedra encontrado em 1991 em uma geleira nos Alpes.

O degelo, por exemplo, ameaça vestígios de kurgans, tumbas da época dos Escitas, na Ásia Central, garantiu Henri-Paul Francfort, que chefia uma missão francesa nesta região para estudar os restos desta civilização nômade nas montanhas de Altai, na Sibéria.

"O permafrost, camada de terra constantemente gelada que os conservou até agora, derrete e ameaça decompor os corpos mumificados, tatuados, enterrados com cavalos sacrificados, peles, objetos de madeira, vestuário", explicou este especialista.

"Se não nos anteciparmos, logo será muito tarde", alertou o arqueólogo, que confirmou um degelo muito importante no Ártico em 2010.

O aquecimento, entretanto, pode ter o efeito contrário. No Tirol italiano, "é, sem dúvida, a retração de uma geleira que permitiu descobrir um dia o Oetzi, um guerreiro de 5.300 anos atrás. O derretimento das geleiras, especialmente na Noruega, frequentemente traz à tona outros vestígios", justificou.

Outro motivo de inquietação é o aumento do nível dos mares. Segundo os últimos dados dos cientistas, o nível da água subirá um metro até 2100, ameaçando regiões costeiras inteiras.

"A elevação das águas em certas ilhas do Pacífico provocará inevitavelmente a destruição dessas zonas costeiras. Na Tanzânia, a erosão marítima destruiu um muro do forte de Kilma, construído pelos portugueses em 1505", relatou Francfort.

Em Bangladesh, a cidade de Panam-Sonargaon, centro do reino de Bengala do século XV ao XIX e um dos 100 locais ameaçados pela Unesco, é frequentemente inundada pela elevação do nível das águas.

A multiplicação de fenômenos climáticos extremos, "especialmente os ciclones com cargas de água excepcionais que caem em tempo recorde", preocupa também os arqueólogos, segundo Dominique Michelet, especialista francês em arqueologia da América.

Michelet citou os casos de Chan Chan, do antigo reino chimú, e a maior cidade da América pré-colombiana (Peru), castigada pelas inundações provocadas pelo fenômeno El Niño, e o do templo maia de Tabasqueno (México), destruído pelos furacões Opalo e Rozana em 1995, mas restaurado posteriormente.

"Os arqueólogos estabilizaram o templo principal, mas os edifícios encheram de água e implodiram", explicou.

Vincent Charpentier, no Instituto Francês de Pesquisas Arqueológicas Preventivas (INRAP), especialista em zonas costeiras, confirmou esta ameaça.

"No sultanato de Omã, os ciclones Gonu, em 2007, e Phet, no verão passado (do hemisfério norte), enterraram na areia locais de 5.000 a 6.000 anos antes de nossa era", contou.

A areia é um dos piores inimigos dos vestígios antigos, especialmente nos desertos. No Sudão, as dunas que rodeavam a cidade de Meroe, capital do reino de Nubia (do século III a.C ao IV d.C), atacaram as pirâmides e as enterraram.

Michelet jugou "indispensável um trabalho de alerta que deve ir além de um inventário dos locais ameaçados catalogado pela Unesco".

Doença rara faz jovem dormir por até 10 dias seguidos

Enquanto a maioria dos adolescentes sofre para levantar da cama pela manhã, Louisa Ball, 16, pode levar até dez dias para despertar completamente do sono.

Ela sofre de um raro distúrbio neurológico chamado síndrome de Kleine-Levin (SKL), que já a fez dormir durante provas, aniversários de amigos e feriados inteiros.

“Eu tinha alucinações e, depois, não me lembrava de nada. De repente tudo ficava escuro e eu dormia por dez dias. Acordava e tudo estava bem de novo”, disse a jovem à BBC.

A doença se manifestou em 2008, quando a adolescente começou a cochilar nas aulas e a se comportar de forma estranha.

Levada ao médico, acabou por ser diagnosticada com a síndrome de Kleine-Levin, doença cuja causa é desconhecida e sem cura.

“Um indivíduo com SKL terá episódios de sono, geralmente com duração entre uma e três semanas, com distúrbios cognitivos nas poucas horas em que estiver acordado”, diz Tom Rico, pesquisador do Centro de Narcolepsia e SKL da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.

Segundo ele, a síndrome às vezes se manifesta após infecções ou outras doenças. Ela geralmente afeta adolescentes do sexo masculino, que também podem apresentar hipersexualidade, irritabilidade e o hábito de comer compulsivamente.

“Durante esse período, um paciente dormirá algo entre 16 e 22 horas por dia, todos os dias, até o fim do evento.”

O tratamento recomendado é permitir que o paciente durma, e não ministrar remédios.

Quando a doença para de se manifestar, conta o médico, o indivíduo volta a dormir e a se comportar normalmente.

Rico diz que não há dados sobre a prevalência da doença, já que muitos casos jamais são diagnosticados.

A boa notícia é que ela pode desaparecer como surgiu, o que geralmente ocorre após dez ou 15 anos.

Recordações

Louisa diz se lembrar de muito pouco quando acorda de um episódio. “É tudo branco – sem sonhos. Agora eu recordo mais o que aconteceu. Antes eu não lembrava nada. Meu pai acha que meu cérebro está aprendendo a lidar com isso”, diz a jovem.

Faz mais de três meses que Louisa não apresenta sinais da doença

A síndrome quase arruinou os seus planos profissionais, já que ela dormiu durante a maioria das suas provas.

Mas a faculdade permitiu que ela se matriculasse, e hoje Louisa estuda desempenho e excelência esportiva. Seu sonho é se tornar uma dançarina.

Quando ela acorda, leva alguns dias até que volte completamente à rotina, e seu corpo fica rígido, dificultando a dança.

Médicos disseram à família que, durante os episódios de sono excessivo, é crucial acordá-la uma vez ao dia para alimentá-la e levá-la ao banheiro.

Mas Lottie, a mãe, diz que a tarefa pode ser penosa: “Já tentei forçá-la a se levantar, mas ela começa a suar e fica muito agitada e agressiva”.

Frustrados com a falta de informações sobre a doença na Grã-Bretanha, seus pais a levaram até o hospital Pitié-Salpétrière, em Paris, onde pesquisadores avaliam se o distúrbio pode ter sido causado por um gene defectivo.

Boa fase

Atualmente, Louisa vive uma fase boa: faz mais de três meses que não tem nenhum episódio da doença e, há algumas semanas, ganhou uma competição de dança.

Mas seus pais continuam a vigiá-la em busca de sinais do distúrbio.

“Às vezes eu penso ‘por que eu?’, já que sempre fui uma pessoa saudável. Mas de repente aconteceu e não há motivos. Isso me frustra”, diz a jovem.

“Mas agora me acostumei e aprendi a viver com isso. Sou uma garota especial.”

Hackers tiram site do governo sueco do ar

Hackers provocaram o fechamento durante várias horas do site do governo da Suécia, em uma ação de apoio ao WikiLeaks e a seu fundador, Julian Assange, detido em Londres a pedido das autoridades suecas.

Segundo o jornal Aftonbladet, o portal oficial (http://www.regeringen.se) ficou fora do ar durante várias horas da noite de quarta-feira à madrugada de quinta-feira. Pela manhã, o portal funcionava normalmente.

O porta-voz do governo, Mariu Ternbo, declarou que Estocolmo não comenta questões de segurança e se negou a confirmar o ciberataque. Os hackers atacaram vários sites desde a detenção de Assange na terça-feira, por denúncias de estupro na Suécia. Entre os alvos estão as empresas que cortaram os serviços financeiros do WikiLeaks.

O site criado por Assange divulga há vários dias, por meio de grandes jornais de todo o mundo, milhares de telegramas diplomáticos confidenciais dos Estados Unidos.

quarta-feira, dezembro 08, 2010

Violência contra crianças e adolescentes


Daniella Jinkings
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Os homicídios representam 46% das mortes de jovens entre 12 e 18 anos no Brasil. Segundo a secretária nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen Silveira de Oliveira, a violência letal contra adolescentes e jovens no país tem índices muito altos e deve ser combatida com a implementação de políticas públicas.

“O Programa de Proteção de Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (Ppcam) foi criado em 2003, pois havia uma invisibilidade desse problema [violência letal contra jovens]. Hoje, atuamos em 11 estados e trabalhamos com o marco regulatório previsto na Convenção Internacional e no Estatuto da Criança e do Adolescente.”

Para discutir medidas eficientes de combate à letalidade, o governo e a sociedade civil participam do seminário Violência Letal de Adolescentes e Jovens: Diálogos para Enfrentamento e a Prevenção. O evento faz parte do Observatório de Boas Práticas e Projetos Inovadores em Direitos da Criança e do Adolescente, que mostra ações realizadas entre 2007 e 2010.

De acordo com o secretário nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Ricardo Balestreri, a violência é seletiva e baseada no preconceito. “Essa lógica da eliminação está presente no senso comum. Nos segmentos formadores de opinião, há pouca reação quando se trata de jovens pobres e negros. Quando se trata de um crime que envolve um jovem branco e de classe média [como vítima], há comoção popular.”
Para ele, é necessário que a sociedade supere a ideia de que a pobreza gera crimes e violência. “Não é a pobreza em si, é a desigualdade social e a falta de oportunidades. Isso existe em uma sociedade que tem a ideologia do consumo.”

Segundo Balestreri, o papel do Estado ainda é tímido e precisa avançar mais. “Há um vazio nas políticas de esporte e cultura. As drogas estão acabando com os nossos jovens, aniquila uma faixa da juventude. Precisamos cuidar mais das áreas de prevenção e estamos trabalhando muito para melhorar essas ações.”

Edição: Aécio Amado

sexta-feira, dezembro 03, 2010

Jovens, privacidade e a internet

 Pesquisa realizada por empresa de segurança da informação mostra que as redes sociais dominam as atividades dos adolescentes na rede

Uma pesquisa desenvolvida pela McAfee, empresa especializada em segurança da informação, analisou o comportamento dos jovens na internet. Com o título A vida secreta dos adolescentes: o comportamento dos jovens na Web, o trabalho indica que navegar nas redes sociais é hoje a principal atividade do público de 13 a 17 anos na rede, com 83% de adeptos. Logo atrás, com 82%, aparecem os programas de mensagem instantânea, como MSN Messenger, seguido por e-mails e compartilhamento de fotos.

O Brasil tem 17 milhões de jovens nessa faixa-etária, sendo que 12,5 milhões afirmam terem acessado a internet nos últimos três meses. Destes, 77% são os chamados heavy users, ou seja, se conectam mais do que seis vezes por semana.

Encomendada à TNS, empresa de pesquisa de mercado, o levantamento deu especial atenção aos riscos que o compartilhamento de informações pode representar aos jovens. O primeiro nome é a identificação mais divulgada pelos usuários (54%), seguido de perto pelo e-mail e pela idade; um quarto deixa visível o nome da escola, 9% o número do telefone de casa, 7% o endereço da residência e 4% o número do CPF, o que pode, segundo os realizadores da pesquisa, facilitar ações de ameaça virtual.

Bullying e segurança na rede

Quando perguntados sobre segurança no ambiente virtual, 72% disseram conhecer alguém próximo que tenha sofrido ciberbullying, agressão e intimidação online realizada por outros jovens, principalmente do ambiente escolar. Já 20% tiveram suas senhas roubadas pelo menos uma vez e 50% tiveram seus computadores afetados por vírus.

A relação com os pais também foi abordada. Dos adolescentes, 54% disseram que são questionados pelos responsáveis a respeito dos sites visitados, sendo que metade realizou acordos com os pais sobre o que é permitido acessar na internet. Apesar da grande maioria (88%) afirmar que os adultos acreditam que eles usam a Web corretamente, 39% não revelam o que fazem na internet. Além do mais, 32% tem como costume limpar o histórico do navegador e 39% minimizam o conteúdo acessado toda vez que um adulto se aproxima.

A pesquisa amostral foi realizada, por meio de formulário online, com 400 jovens com idade entre 13 e 17 anos que se conectam pelo menos uma vez por semana.